A tecnologia muda-nos (e a psicologia pode ajudar). Com Bastonário da Ordem dos Psicólogos

No #63 episódio do podcast <strong>Made in Tech</strong> falamos com o Bastonário da Ordem dos Psicólogos, Francisco Miranda Rodrigues, sobre a forma como a tecnologia está a fazer de nós humanos diferentes e como a psicologia pode ajudar, da ansiedade das redes sociais (e do excesso de informação inclusive em tempos de guerra) ao futuro do trabalho cada vez mais remoto.
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É um tema tão relevante quanto a própria criação das primeiras tecnologias - da linguagem à própria invenção da roda ou até à famosa inteligência artificial que tanto já deu e ainda promete dar. O ser humano cria tecnologia como a própria Internet - e assim nasceu a era da Internet (ou mais concretamente da Web nos anos 1990) - para resolver problemas ou encontrar novas soluções para a sua vida. E a tecnologia disruptiva cria novos hábitos e, se quisermos, novos tipos/gerações de humanos adaptados à nova realidade.

Este é o contexto para falamos no podcast Made in Tech esta semana da importância que a forma de se implementar as novas tecnologias deve ter em conta o seu impacto na psicologia humana - recentemente tivemos lições relevantes nessa matéria durante a pandemia e que nos fizerem depender como nunca da Internet e falar como nunca de saúde mental.

Francisco Miranda Rodrigues é psicólogo e atual Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses e fala connosco sobre vários temas relevantes neste cruzamento relevante entre tecnologia e psicologia humana.

Segue-se a conversa:

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Aceda a todos os episódios do Made in Tech (sobre criptomoedas; exploração espacial; guerra Austrália-Facebook com entrevista ao pai do código australiano; Clubhouse; ciência na pandemia; impostos digitais com Margrethe Vestager; ensino à distância): dinheirovivo.pt/podcast/made-in-tech

Seguem alguns dos destaques:

Os efeitos das redes sociais (e dos "likes") do Facebook ao Instragram e TikTok sobre os seres humanos (destaque nos adolescentes),

A ansiedade com a exposição sem precedentes a fontes de informação na era digital e da Internet (incluindo efeitos da primeira guerra na Europa "transmitida" na Internet)

Lidar com a ansiedade da chamada gamificação do investimento nos mercados e nas criptomoedas (Revolut e Robin Hood)

A necessidade de aprender a navegar no mundo da Internet (uma cada vez mais moderna e atualizada literacia digital e mediática para miúdos e graúdos) e que começa agora a alargar-se ao metaverso (e Web 3).

Terminamos com o futuro do trabalho, o foco na saúde mental que se expandiu durante a pandemia e o espírito de missão que segue cada vez mais as novas gerações no que fazem e a sua relevância.

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