

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste desceu 2,27 euros, fixando-se nos 253,99 euros, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.
Depois de ter subido nas últimas semanas, “o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, situa-se nos 253,99 euros, o que traduz um decréscimo de 2,27 euros face à semana anterior, invertendo a tendência das últimas três semanas, justificada pelas oscilações dos preços dos produtos que compõem o cabaz”, lê-se na informação divulgada.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 14 e 21 de outubro, o atum posta em óleo vegetal registou um aumento de 15% para 1,72 euros, as salsichas Frankfurt subiram 12% para os 1,97 euros e o tomate chucha registou um acréscimo de 10% para os 2,85 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 12,16 euros (menos 5,03%).
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 11,75 euros (menos 4,85%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 66,29 euros (uma diferença de 35,32%).
Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o tomate chucha (41% custando atualmente 2,85 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (32% custando atualmente 21,78 euros por quilograma), e a couve-coração (25% o que se reflete num custo de 1,84 euros por quilograma).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (119% para 12,72 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (106% para 21,78 euros por quilograma) e a couve-coração (85% para 1,84 euros).