Ministra diz que alterações derivadas da negociação "não desfiguram reforma" laboral

Ministra do Trabalho diz que acordo em sede de Concertação Social "está apenas pendente de decisão da UGT", que espera "que seja positiva" para que "o país possa convergir com a Europa".
Ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho
Ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho MIGUEL A. LOPES/LUSA
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A ministra do Trabalho afirmou esta quarta-feira, 22 de abril, que "as aproximações" que existiram em resultado do processo negocial sobre as alterações à lei laboral "não desfiguram a reforma" e espera que a decisão da UGT "seja positiva".

Durante a audição regimental na Assembleia da República, a ministra do Trabalho disse que o processo negocial sobre as alterações à legislação laboral "teve vários episódios que impediram o seu processamento normal", nomeadamente "declaração de greves" ou a discussão do Orçamento do Estado.

Não obstante, Rosário Palma Ramalho considerou que o processo negocial "durou o tempo que tinha que durar" e defendeu que as "muitíssimas aproximações do Governo (...) não desfiguram a reforma", afirmou.

Antes, durante a intervenção inicial, a ministra do Trabalho salientou que o acordo em sede de Concertação Social "está apenas pendente de decisão da UGT", indicando que espera "que seja positiva" para que "o país possa convergir com a Europa, na competitividade da Economia e na produtividade das empresas".

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