Mudança na liderança da Microsoft Portugal: Ana Maria Lopes é a nova diretora-geral

Sucessora de Andrés Ortolá inicia funções a 1 de setembro num momento de reforço do investimento tecnológico e em Inteligência Artificial no país.
Ana Maria Lopes, a nova diretora-geral da Microsoft Portugal.
Ana Maria Lopes, a nova diretora-geral da Microsoft Portugal.Microsoft
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A Microsoft anunciou esta terça-feira (18 de agosto) a nomeação de Ana Maria Lopes para o cargo de diretora-geral da Microsoft Portugal, com efeitos a partir de 1 de setembro de 2026. A responsável sucede a Andrés Ortolá, que liderou a subsidiária portuguesa entre 2022 e julho de 2026.

A mudança na liderança coincide com o novo ano fiscal da tecnológica (iniciado a 1 de julho) e acompanha a evolução da estrutura da Microsoft na Europa. Com esta nomeação, a operação nacional passa a contar com uma estrutura de liderança dedicada, articulada com a Microsoft South Europe. No novo papel, Ana Maria Lopes reportará diretamente a Charles Calestroupat, presidente da Microsoft South Europe, assumindo a coordenação da estratégia local, o reforço de parcerias com entidades públicas e privadas, a transformação digital das organizações e a promoção da adoção responsável de Inteligência Artificial (IA).

Licenciada em Engenharia Química pelo Instituto Superior Técnico, Ana Maria Lopes torna-se a terceira mulher a liderar a Microsoft em Portugal. Ao longo do seu percurso na empresa, desempenhou funções de liderança a nível local, regional e global. Antes desta nomeação, liderava a área de Modernization and Third-Party Sales Solutions para a região EMEA. No seu currículo constam ainda a gestão da estratégia de vendas de Data Modernization a nível global, a modernização de soluções Oracle para Microsoft Azure, a liderança da área de Data & AI na Europa Ocidental e a direção dos segmentos Small, Medium & Corporate e Enterprise Commercial em Portugal.

Presente em Portugal desde 1990, a Microsoft conta atualmente com mais de 1500 colaboradores e uma rede de cerca de 4000 parceiros no país. De acordo com um estudo recente elaborado pela consultora EY, o ecossistema da tecnológica gera anualmente cerca de 7,3 mil milhões de euros de valor económico (equivalente a 2,5% do PIB português) e sustenta aproximadamente 35 mil postos de trabalho.

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