Novos depósitos atingem máximo histórico e juros voltam a subir em julho

De acordo com o Banco de Portugal, os novos depósitos a prazo atingiram valor recorde de 13,7 mil milhões e a taxa de juro média aumentou para 1,59%.
Novos depósitos atingem máximo histórico e juros voltam a subir em julho
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A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em julho pelo sexto mês consecutivo, para 1,59%, tendo o montante de novas operações de depósito atingido um máximo histórico, divulgou esta quarta-feira o Banco de Portugal (BdP).

Segundo os dados do banco central, a taxa de juro média dos novos depósitos a prazo de particulares aumentou 0,4 pontos percentuais entre junho e julho, de 1,55% para 1,59%, situando-se no valor mais alto desde abril de 2025 (1,64%).

Já o montante de novas operações de depósitos a prazo de particulares totalizou 13.704 milhões de euros em julho, mais 1.686 milhões do que em junho e um novo máximo histórico.

A remuneração dos novos depósitos a prazo caiu de forma consecutiva desde janeiro de 2024 (2,91%) até agosto de 2025 (1,39%), tendo registado ligeiras variações nos meses seguintes e vindo a subir consecutivamente desde janeiro passado.

Em julho, os novos depósitos com prazo até um ano representaram 95% do total de novos depósitos efetuados por particulares.

Na área do euro, a taxa de juro média dos novos depósitos cresceu 0,05 pontos percentuais para 2,14%, continuando Portugal a apresentar a quinta taxa de juro média mais baixa.

Quanto à taxa de juro média dos novos depósitos a prazo de empresas, fixou-se em 1,98% em julho, mais 0,03 pontos percentuais do que no mês anterior.

O montante das novas operações de depósitos totalizou 11.433 milhões de euros, mais 1.130 milhões do que em junho, tendo os depósitos a prazo até um ano representado 99% dos novos depósitos a prazo de empresas.

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