Vagas de emprego caem para mais de 2% na zona euro e UE

Portugal, com 1,6% de taxa de empregos vagos, ficou abaixo da média europeia, mas registou um dos maiores aumentos em cadeia (+0,2 p.p.).
Vagas de emprego caem para mais de 2% na zona euro e UE
Rodrigo Cabrita / Global Imagens
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A taxa de empregos vagos caiu no primeiro trimestre de 2026 para 2,3% na zona euro e 2,1% na União Europeia, revela esta terça-feira, 16, o Eurostat.

Em termos homólogos, o indicador registou um acréscimo de 0,1 pontos percentuais (p.p.) tanto na área do euro como na média dos 27 Estados‑membros.

Face ao trimestre anterior (o quarto e último de 2025), a taxa subiu 0,1 p.p. na zona euro e permaneceu inalterada no conjunto da UE.

Olhando caso a caso, os Países Baixos apresentaram a maior proporção de vagas no primeiro trimestre (4%), seguidos da Bélgica (3,4%) e de Malta.

Nos extremos opostos estiveram a Roménia (0,6%) e a Polónia (0,8%), com Bulgária, Espanha e Eslováquia a seguir com 0,9%.

Portugal registou 1,6% de vagas de emprego no período — acima dos 1,4% observados tanto no trimestre homólogo como no trimestre anterior.

Comparando com o primeiro trimestre de 2025, a taxa de postos de trabalho vagos aumentou em três Estados‑membros, manteve‑se estável em oito e diminuiu em 16.

Os maiores aumentos ocorreram em Malta (+0,4 p.p.) e em Portugal e Eslovénia (ambos +0,2 p.p.).

As quedas mais expressivas foram reportadas na Bélgica (-0,7 p.p.) e na Áustria (-0,5 p.p.), seguidas da Dinamarca e da Itália (ambas -0,4 p.p.).

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