

O lucro da Hennes and Mauritz (H&M) subiu 13% nos primeiros nove meses do seu ano fiscal (dezembro-agosto) para 8.765 milhões de coroas (777 milhões de euros), de acordo com a empresa.
As vendas ascenderam a 161.624 milhões de coroas suecas (14.332 milhões de euros), mantendo-se ao mesmo nível do ano anterior, contabilizadas em moeda local.
O EBIT (Lucro Antes de Juros e Impostos) subiu 12% em relação ao ano anterior, para 13.462 milhões (1.194 milhões de euros), graças a uma melhoria na margem bruta e a um controlo dos custos, explicou no seu balanço a principal concorrente da empresa de distribuição espanhola Inditex.
No terceiro trimestre (junho-agosto), a H&M obteve um lucro líquido de 4.098 milhões de coroas suecas (363 milhões de euros), um aumento de 28%, graças à melhoria na margem operacional, devido ao efeito pontual de cerca de 1,6 pontos percentuais resultantes de direitos aduaneiros e importações de mercadorias que tinham aumentado o custo das mercadorias vendidas em trimestres anteriores.
As vendas ascenderam a 57.189 milhões (5.071 milhões de euros), um aumento de 1% em moeda local.
O EBIT aumentou 23% em termos homólogos, atingindo 6.037 milhões de coroas suecas (535 milhões de euros).
“O nosso trabalho, especialmente nas compras, no controlo de custos e em operações mais eficientes, contribuiu para um negócio mais rentável, embora as vendas tenham evoluído de forma positiva no trimestre, vemos mais potencial para as aumentar no futuro”, afirmou presidente executivo da empresa, Daniel Ervér, em comunicado.
A H&M espera que as vendas em setembro aumentem 1% em moeda local.
“A empresa acompanha de perto a evolução no Médio Oriente e as implicações para o comércio global, com boa flexibilidade na cadeia de abastecimento e uma baixa proporção de transporte aéreo, existem oportunidades para adaptar os fluxos de mercadorias às novas condições”, segundo consta no balanço.
A empresa sueca contava, a 31 de agosto, com 4.023 lojas abertas, menos 2% do que na mesma data do ano anterior.