

A A.P. Møller-Maersk, principal grupo industrial da Dinamarca, informou esta quinta-feira que obteve um lucro líquido de 1.412 milhões de dólares (1.224 milhões de euros) no primeiro semestre, menos 24% que em igual período de 2025.
O resultado foi marcado por "um aumento dos volumes, disciplina de custos e contínua melhoria da margem em logística e serviços num contexto de alterações geopolíticas e de taxas cambiantes", explicou num comunicado o grupo dinamarquês, dono da Maersk Line, uma das principais empresas mundiais de transporte marítimo de contentores.
A faturação ascendeu a 28.727 milhões (24.902 milhões de euros), o que representa um aumento homólogo de 9%.
O lucro bruto de exploração (EBITDA) foi de 4.745 milhões (4.113 milhões de euros), menos 5% que no mesmo período de 2025.
No segundo trimestre, a A.P.Møller-Maersk ganhou 1.312 milhões de dólares (1.137 milhões de euros) líquidos, quase o dobro do mesmo período de 2025, devido a um aumento dos volumes de contentores e das taxas de frete, bem como da procura.
A faturação ascendeu a 15.757 milhões (13.659 milhões de euros), um aumento de 20%.
O lucro bruto de exploração ou EBITDA foi de 2.992 milhões (2.594 milhões de euros) e, o EBIT, de 1.571 milhões (1.362 milhões de euros), o que representa aumentos anuais de 30% e de 86%, respetivamente.
O grupo dinamarquês também elevou as previsões para o exercício e agora espera, com base num crescimento do mercado global de contentores de 4%, um EBIT entre 4.500 e 6.500 milhões de dólares (3.900 e 5.634 milhões de euros), quando em junho passado apontava para um montante entre 2.000 e 4.000 milhões (1.734 e 3.467 milhões de euros).