

O grupo farmacêutico alemão Bayer obteve um lucro líquido atribuído de 2.982 milhões de euros no primeiro semestre, mais 171,1% do que no mesmo período de 2025, foi anunciado esta terça-feira.
As receitas da Bayer alcançaram os 24.277 milhões de euros nos primeiros seis meses, menos 0,8% do que no mesmo período de 2025, devido ao impacto negativo das taxas de câmbio. Descontado este efeito negativo, o volume de negócios aumentou 3,3%.
O resultado bruto de exploração (Ebitda) registado foi de 6.767 milhões de euros na primeira metade do ano, mais 78,9% do que no mesmo período de 2025.
A Bayer obteve um lucro líquido de 219 milhões de euros no segundo trimestre, contra perdas de 199 milhões de euros registadas no mesmo período de 2025.
Entretanto, a empresa confirmou os objetivos para o conjunto do exercício de 2026 em todos os indicadores, ajustados pela taxa de câmbio, exceto os relativos à dívida financeira, que agora prevê que seja inferior ao projetado inicialmente.
A dívida financeira deverá situar-se entre 29.000 e 30.000 milhões de euros, segundo as novas estimativas da empresa, contra a previsão anterior de entre 32.000 e 33.000 milhões de euros.
"Em termos operacionais, estamos no caminho certo para alcançar as nossas previsões para todo o ano", afirmou o CEO da Bayer, Bill Anderson, que destacou que o modelo "operacional ágil e empreendedor" da Bayer está a gerar melhorias na eficiência em todo o grupo, ao mesmo tempo que posiciona a companhia para "aproveitar eficazmente as oportunidades que a inteligência artificial (IA) oferece".