Lucros da Huawei baixam 35,9% até junho para 3,1 mil milhões

A empresa chinesa faturou cerca de 60,8 mil milhões de euros no primeiro semestre do ano, o que representa um aumento de 9,55% em relação a ao mesmo período do ano anterior.
Lucros da Huawei baixam 35,9% até junho para 3,1 mil milhões
Publicado a

A tecnológica chinesa Huawei lucrou 23.809 milhões de iuanes (3.095 milhões de euros) no primeiro semestre de 2026, o que representa uma queda de 35,9% face ao mesmo período de 2025.

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira e citados pela Efe, a empresa chinesa faturou 467.819 milhões de iuanes (cerca de 60.816 milhões de euros) no primeiro semestre do ano, o que representa um aumento de 9,55% em relação a ao mesmo período do ano anterior.

Já a rubrica de investigação e desenvolvimento aumentou 25,2%, para 121.382 milhões de iuanes (15.780 milhões de euros).

A Huawei, que não está cotada em bolsa, recuperou terreno no mercado dos smartphones na China, onde é uma das principais concorrentes.

De acordo com a consultora IDC, especializada no tema, as remessas mundiais de smartphones recuaram 7,4% durante o segundo trimestre, para 276,3 milhões de unidades, enquanto as da Huawei aumentaram 19,9%.

Apesar da recuperação da marca, esta continua afastada do grupo dos cinco principais fabricantes mundiais.

A IDC atribuiu a recuperação ao seu desempenho na China, onde manteve os preços, enquanto os seus maiores concorrentes no país registaram quebras de dois dígitos nas vendas.

A Huawei continua sujeita às restrições impostas pelos Estados Unidos da América desde 2019, que limitaram o seu acesso a determinados semicondutores e a determinadas tecnologias norte-americanas, o que obrigou a marca a optar por alternativas como o sistema operativo HarmonyOS e componentes desenvolvidos na China.

Lucros da Huawei baixam 35,9% até junho para 3,1 mil milhões
Lucro da chinesa Huawei sobe 8,7% em 2025 para 8,5 mil milhões de euros
Lucros da Huawei baixam 35,9% até junho para 3,1 mil milhões
Huawei anuncia que lançará em 2026 novo ‘chip’ de inteligência artificial
Diário de Notícias
www.dn.pt