Nova SBE sobe ao 2.º lugar do ranking mundial que junta mais quatro escolas nacionais de gestão

Nas 100 melhores escolas de gestão do Financial Times, surgem ainda as portuguesas Iscte, Católica Lisbon School of Business & Economics, ISEG e Católica Porto Business School.
Nova SBE sobe ao 2.º lugar do ranking mundial que junta mais quatro escolas nacionais de gestão
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Portugal solidificou a sua posição como um dos principais centros de formação em Gestão na edição de 2026 do Financial Times Masters in Management Ranking.

Trata-se de uma avaliação anual na qual figuram os 100 melhores mestrados de gestão do mundo, com base em 19 critérios que incluem, entre outros, a avaliação de progressão de carreira, internacionalização, diversidade e sustentabilidade.

Este prestigiado ranking inclui cinco escolas nacionais, colocando em evidência, uma vez mais, a trajetória positiva do país a este nível. São elas a Nova School of Business and Economics (Nova SBE) — aquela que mais se destacou, ao ascender ao 2.º posto da classificação —, a Iscte Business School, a Católica Lisbon School of Business & Economics, o ISEG – Lisbon School of Economics and Management e a Católica Porto Business School.

A Nova SBE entrou no pódio, depois do 4.º posto do ano passado e escalando 21 degraus no ranking ao longo dos últimos anos, algo que é considerado pelo dean daquela escola de gestão como "um marco histórico", sendo "o resultado de uma trajetória de evolução consistente".

Pedro Oliveira lembra que "em apenas cinco anos, o nosso Mestrado Internacional em Gestão passou do 23.º para o 2.º lugar, afirmando-se hoje entre os melhores programas do mundo".

Para o dean da escola sediada em Carcavelos, agora à frente de referências como a HEC Paris, London Business School ou INSEAD, este desfecho "é, também, o reflexo de uma comunidade académica e profissional que, em conjunto, tem vindo a construir uma escola cada vez mais internacional, exigente e orientada para o futuro". 

Um dos indicadores que mais se destaca neste resultado é a satisfação global dos alumni (antigos alunos), que atribuem ao programa uma classificação de 9,53 em 10, correspondente ao 3.º lugar mundial no indicador Overall Satisfaction. Este indicador avalia o grau de satisfação global dos antigos alunos com o programa de mestrado da instituição, cuja taxa de empregabilidade é de 100%.

Entre os resultados em destaque está também a métrica Aims Achieved, que avalia em que medida os alumni consideram ter alcançado os objetivos que tinham quando decidiram realizar um mestrado. Neste indicador, a Nova SBE regista 92%, a segunda melhor posição do ranking

Quem também se evidenciou foi a Iscte Business School, ao subir 25 posições com o seu mestrado em Gestão de Empresas, agora na 62.ª posição.

Esta subida reflete a crescente internacionalização do seu programa, que visa preparar profissionais para ambientes empresariais cada vez mais globais e competitivos. “Subir 25 posições no Top 100 Masters in Management do Financial Times é um resultado que nos deixa muito satisfeitos, mas é sobretudo um incentivo para continuarmos a elevar a qualidade da experiência que proporcionamos aos nossos estudantes”, realça Maria de Fátima Salgueiro, a dean da escola de negócios lisboeta.

Além destas duas, mais três escolas registaram progressos significativos. A Católica Lisbon School of Business & Economics subiu do 30.º para o 25.º lugar, consolidando a sua presença entre as 25 melhores. O ISEG – Lisbon School of Economics and Management entrou pela primeira vez no ranking, ocupando a 59.ª posição. A Católica Porto Business School também teve um desempenho extremamente positivo, subindo 29 lugares para a 66.ª posição.

Este desempenho conjunto coloca Portugal no mapa global da formação em Gestão, evidenciando a capacidade do país para competir com destinos reconhecidos internacionalmente. A presença de cinco instituições no Top 100 é encarado como um fator crucial para a projeção do país junto de estudantes e empresas internacionais.

Maria de Fátima Salgueiro, dean da Iscte Business School, diz que “Portugal está hoje claramente afirmado no panorama internacional da formação em Gestão. Ter cinco escolas portuguesas entre as melhores do mundo demonstra a qualidade e a crescente competitividade dos seus programas”, acrescenta.

A reputação de Portugal como um destino académico de excelência é reforçada pela concentração de escolas reconhecidas internacionalmente. Isto não só aumenta a atratividade do país para estudantes internacionais, mas também fortalece a capacidade coletiva das instituições para captar talento e estabelecer parcerias com universidades e empresas de renome.

“Quando cinco escolas portuguesas conseguem posicionar-se entre as cem melhores do mundo, estamos perante algo que ultrapassa o sucesso individual de cada instituição. Estamos a consolidar a reputação internacional de Portugal enquanto país onde é possível encontrar formação em Gestão de elevada qualidade”, conclui Maria de Fátima Salgueiro.

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