Estas são as 10 profissões mais procuradas na União Europeia

De acordo com o Eurostat, a profissão que mais cresceu no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2021, é a de auxiliar de cozinha, que teve um aumento de 25,1%. A área dos serviços pessoais cresceu 15,6% e está em segundo lugar, com 7,6 milhões de profissionais.
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A profissão de auxiliar de cozinha está em crescimento na Europa tendo sido a que registou maior subida na União Europeia (EU), revela o Serviço de Estatística da UE (Eurostat). Comparando o primeiro trimestre de 2022 com o período homólogo do ano passado, é possível aferir que esta profissão registou um aumento de 25,1%, passando de 1,1 para 1,4 milhões de pessoas que enveredaram pela carreira de auxiliar de cozinha.

Por seu turno é na área dos serviços pessoais que se verifica o segundo maior crescimento. Com 7,6 milhões de trabalhadores no primeiro trimestre deste ano, na União Europeia, este setor cresceu 15,6%. Nesta área incluem-se profissões várias, como assistentes de viagens, condutores, guias, cozinheiros, empregados de mesa e de bar, cabeleireiros, esteticistas e supervisores de construção e limpeza.

Em terceiro lugar, estão as ocupações ligadas à tecnologia da informação e comunicação, que viram os seus profissionais aumentarem de 4,1 para 4,5 milhões, o que significa um aumento de 9,6%. Este grupo agrega programadores, analistas de software e aplicações e profissionais de bases de dados e redes.

Nos setores jurídico, social, cultural e relacionados registou-se um aumento de 9,4%, contabilizando desta forma 3,5 milhões de profissionais na UE, no primeiro trimestre de 2022. Na hotelaria, retalho e outros serviços os 2,4 milhões de trabalhadores correspondem a um crescimento de 9,1%, relativamente aos primeiros três meses do ano passado.

Ainda no âmbito das profissões que registaram um maior crescimento encontram-se os profissionais de negócios e administração com 7,4%, artesãos e trabalhadores gráficos (+6,7%), técnicos de informação e comunicação (+5,9%), ciência e profissionais de engenharia (+5,7%) e gerentes de produção e serviços especializados (+5,3%).

Em sentido contrário, refere ainda o Eurostat, encontram-se os trabalhadores agrícolas, florestais e do setor da pesca, que diminuíram 12,6% no período em análise.

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