G7 quer "visão comum" sobre aproveitamento da inteligência artificial

Tirar partido do potencial da IA e "controlar os efeitos adversos", é uma das inteções do grupo dos países mais industrializados.
Janet Yellen, Chrystia Freeland, Christine Lagarde, Kristalina Georgieva e Lindsey Whyte no encontro do G7 em Stresa, Itália. Foto: GABRIEL BOUYS/AFP
Janet Yellen, Chrystia Freeland, Christine Lagarde, Kristalina Georgieva e Lindsey Whyte no encontro do G7 em Stresa, Itália. Foto: GABRIEL BOUYS/AFPJanet Yellen, Chrystia Freeland, Christine Lagarde, Kristalina Georgieva e Lindsey Whyte no encontro do G7 em Stresa, Itália. Foto: GABRIEL BOUYS/AFP
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Os ministros do G7, reunidos em Itália, acordaram neste sábado partilhar experiências para uma visão comum sobre o aproveitamento do potencial da inteligência artificial (IA), controlando os seus efeitos adversos.

"Partilharemos experiências entre os ministérios das Finanças e os bancos centrais para conceber uma visão comum do G7 sobre como aproveitar o potencial da IA e controlar os efeitos adversos", lê-se num documento conjunto do G7 (grupo dos países mais industrializados), citado pela Agência France Presse (AFP).

O G7 quer ainda continuar a debater o potencial económico da IA, de modo a "aumentar a produtividade e o crescimento".

Segundo o mesmo comunicado, a IA pode oferecer novas oportunidades para melhorar a qualidade e eficiência dos serviços públicos.

Contudo, isto também pode acarretar novos riscos, sobretudo, para o mercado de trabalho.

Assim, o G7 promete "reforçar a resiliência cibernética" do setor financeiro.

O G7 é composto pelos Estados Unidos, Itália, Japão, Canadá, Grã-Bretanha, França e Alemanha.

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