Portugueses deverão gastar entre 120 a 130 milhões de euros na Black Friday

Estudo prevê que 70% dos consumidores está disponível para gastar, em média, 290 euros e que 63% está ansioso para aproveitar as promoções da Black Friday.
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Apesar do contexto de inflação e elevadas taxas de juro, o que afeta os orçamentos das família, os portugueses estão disponíveis para abrir os cordões à bolsa durante a Black Friday, o período em novembro, que se caracteriza por diversas campanhas promocionais do lado das lojas, que antecede a época das compras de Natal.

As compras dos portugueses deverão gerar uma receita global entre 120 a 130 milhões de euros na Black Friday deste ano, estima um estudo da startup Blackfriday.pt com a GFK. O valor apurado incide apenas sobre as compras feitas online, o que significa que o o volume de negócios dos retalhistas poderá ser ainda mais elevado neste período.

De acordo com o estudo, 72% dos portugueses planeia gastar, em média, 290 euros, mais 11% do que na Black Friday de 2022. Para 30% dos consumidores o valor global das compras não deverá superar os 100 euros, menos do que o valor médio apurado, enquanto 24% admite fixar em 300 euros o teto máximo de gastos. Já 11% não sabe quanto poderá gastar.

O estudo conclui também que 63% dos portugueses estão ansiosos pela Black Friday, para aproveitar os descontos, e um terço dos consumidores fez saber que vai começar a procurar as melhores ofertas um mês antes daquele período (ou seja, já estão a pesquisar potenciais descontos em compras).

Quanto às preferências dos portugueses, 42% deverá aproveitar a Black Friday para comprar peças de vestuário e calçado e 29% procurará eletrodomésticos. Já 27% disse optar por comprar livros durante a Black Friday. Além disso, 15% vai dar prioridade a produtos alimentares.

Outro dado apurado é que 52% das compras online durante a Black Friday serã feita por mulheres. Além disso, 35% do consumo na Black Friday vai concentrar-se na região norte do país.

Ainda que o valor global apurado neste estudo vise o comércio eletrónico, 16% dos consumidores fez saber que pretende fazer compras presencialmente nas lojas, enquanto 54% disse fazer compras tanto nas lojas físicas como nas lojas online.

O estudo em causa foi feito entre 20 de setembro e 4 de outubro e envolveu a resposta a inquéritos por 502 pessoas, entre os 18 e os 24 anos de idade.

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