

A bolsa de Lisboa negociava na manhã desta terça-feira, em alta, com a Navigator e a Teixeira Duarte a liderar os ganhos e a subir 1,83% para 3,22 euros e 1,81% para 0,51 euros, respetivamente.
Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 0,57% para 9.173,94 pontos, com 13 empresas a subir e três a descer (BCP, -0,89% para 1,06 euros, REN, -0,41% para 3,67 euros e Sonae, -0,25% para 2,02 euros).
Às ações da Navigator e a Teixeira Duarte seguiam-se as da Jerónimo Martins, NOS e Semapa, que valorizavam 1,54% para 17,17 euros, 1,25% para 4,87 euros e 1,24% para 20,35 euros.
No mesmo sentido, a Corticeira Amorim, EDP Renováveis e CTT subiam 1,08% para 6,54 euros, 1,01% para 13,96 euros e 0,769% para 5,94 euros.
Mais moderadamente, a Altri, EDP e Galp valorizavam 0,64% para 4,70 euros, 0,38% para 4,52 euros e 0,28% para 19,43 euros.
As outras duas empresas que subiam eram a Ibersol (0,11% para 9,53 euros) e a Mota-Engil (0,09% para 4,62 euros).
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, pendentes de um entendimento entre Washington e Teerão e com crescentes dúvidas em relação às tecnológicas, perante o receio crescente de um investimento excessivo em Inteligência Artificial (IA).
O euro valoriza-se 0,01% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1367 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
O preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, cai 1,97% para 86,62 dólares.
As bolsas europeias registam dúvidas nesta sessão devido à possível retoma das negociações entre os EUA e o Irão, que permitiriam fazer o tráfego marítimo através do estreito de Ormuz, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter afirmado que há "muitas possibilidades" de alcançar um acordo com o Irão, enquanto ambas as partes fizeram uma pausa nos ataques diários como sinal para dar outra oportunidade a um possível acordo.
No entanto, Trump também acrescentou que a falta de um entendimento daria lugar ao reinício dos ataques.
Em Nova Iorque, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam com um avanço de 0,51% e um recuo de 0,18% na segunda-feira, e os futuros registam uma subida de 0,18% para o primeiro e uma descida de 0,89 para o segundo.
Além da Fed (Reserva Federal dos Estados Unidos), que previsivelmente manterá as taxas diretoras entre 3,50% e 3,75% na quarta-feira, os investidores também estão atentos às decisões sobre taxas do Banco de Inglaterra e do Banco do Japão, enquanto continua a apresentação de resultados empresariais.
Na agenda macroeconómica, nos EUA será publicada hoje a pesquisa de confiança do consumidor de julho.