Quer um emprego? Então, não pode ignorar o LinkedIn

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Os recrutadores estão cada vez mais atentos às redes online e 92% já confiam cegamente nas novas ferramentas que a rede criou. O potencial contratado não tem de

estar necessariamente a procurar um emprego, mas se o contratador gostar do que vê online, vai saber como chegar até ele.

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O LinkedIn é neste momento a maior aposta de quem contrata. A rede,

que foi criada em 2008, já é a maior website profissional do mundo.

O serviço permite procurar mais de 187 milhões de perfis e

contactar directamente os potenciais candidatos. No ano passado a

Adobe, sediada na Califórnia, contratou mais de metade dos seus novos

candidatos por ali, as restantes bases de dados apenas preenchem 5%

das contratações da gigante gráfica.

Em 2011, a LinkedIn Corp anunciou uma ferramenta que acabou por

tornar a rede ainda mais especial: chama-se Banco de Talentos e é

uma ferramenta que permite aos recrutadores entrar em contacto

directo com os candidatos.

O setor de recrutamento online do LinkedIn gerou 138,4 milhões no

terceiro trimestre de 2012, 55% da totalidade dos lucros da empresa.

Como? O LinkedIn cobra 8000 dólares ao ano para um ou dois

utilizadores do Recruiter, o que ajuda aos lucros do Grupo sem pesar

muito nos orçamentos das empresas. Os grupos de caça talentos

exigem, pelo contrário, 20% do salário das novas contratações.

Mas no mercado do emprego e na corrida pelas contratações há

outras ferramentas a pesar. O Facebook é uma delas. Dois terços das

empresas já utilizam o Facebook, a maior rede social do mundo, para

encontrar candidatos, saber mais sobre eles e poder vir a

contratá-los.

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