

Hugo Martins é claro: “A entrada da Salsa Jeans no Iraque aconteceu antes do conflito e faz parte de um plano de expansão na região que já estava definido e que tem vindo a ser desenvolvido com o nosso parceiro local”. O CEO da Salsa Jeans salienta ainda que a empresa está a acompanhar “de perto a evolução da situação no Médio Oriente e todas as decisões são tomadas tendo a segurança das pessoas como prioridade”. O responsável garante que estão a seguir “atentamente a situação e a seguir as indicações das autoridades locais.”
A declaração do executivo surge depois do anúncio de que a Salsa Jeans abriu a sua primeira loja no Iraque, reforçando a presença no Médio Oriente e consolidando a estratégia de internacionalização da marca. O novo espaço, localizado no Mall of Iraq, foi inaugurado em Bagdade, capital daquele país.
Esta tem sido, aliás, a estratégia da marca nascida pelas mãos dos irmãos Vilanova, e posteriormente adquirida pelo grupo Sonae, quando entra em regiões fora de Portugal: posicionar a Salsa em centros urbanos com potencial de crescimento e economicamente dinâmicos.
O novo espaço tem uma área superior a 100 metros quadrados e disponibiliza a gama completa de vestuário, calçado e acessórios para homem e mulher, salienta a Salsa em comunicado.
Como acontece em várias outras localizações, a entrada naquele mercado foi feita através do regime de franquia, em parceria com o grupo Azadea, com quem a Salsa já abriu operação nos Emirados Árabes Unidos, Bahrain, Qatar, Kuwait, Arábia Saudita, Líbano e Jordânia.
O atual cenário de conflito, iniciado pelo ataque dos EUA e Israel ao Irão no passado dia 28 de fevereiro, deverá manter os responsáveis da Salsa em alerta permanente sobre a atividade na região.