Com trabalho.artístico nas áreas da Pintura, Fotografia e Cinema desde 2003, Filipe .Romão tem participado em exposições coletivas e individuais, estando a sua.obra representada nas coleções Fundação Marquês de Pombal,.Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Câmara de Mafra, .Centro.de Estudos Judiciários, Museu Terras de Basto, entre outras. .São nove obras obras fotográficas que dão a conhecer um "novo patamar" .da obra de Filipe Romão, "transportando-nos da pintura para a .fotografia, sem abandonar em momento algum a sua essência, técnica e .atmosfera de criação artística que são inerentes ao percurso que tem .vindo a construir", diz Célia Nunes Pereira, conservadora do Museu .Arqueológico.."É com enorme satisfação que acolhemos a exposição de de Filipe Romão, um artistas plástico multifacetado, com actividade de grande qualidade nos domínios da pintura, fotografia, desenho, ilustração e cinema, que aceitou o difícil desafio de estabelecer o diálogo com um espaço em que cada pedra está carregada de memória, drama e simbolismo", apresenta José Morais Arnaud, diretor do Museu Arqueológico..Ler também: Museu Nacional de Arte Antiga vai ter 120 peças no museu de Turim.Filipe Romão, 33 anos, é natural de Lisboa, vive e trabalha em Sintra. É licenciado em Artes Plásticas -.Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em.2008. E, entre 1999 e 2002 frequentou o curso de Escultura na Faculdade.de Belas Artes. Seguiu-se a formação em Fotografia pela Escola Técnica.de Imagem e Comunicação (ETIC). Ver aqui mais informação sobre o trabalho..Para ele "fotografar é a procura de uma certa fidelidade ao concreto, o registo de um momento, de uma circunstância. No entanto, traduz uma outra realidade (ou verdade)". Veja aqui página de Facebook do artista.