56% dos portugueses escolhem jornais nacionais para se informarem sobre finanças

As marcas online Dinheiro Vivo e Jornal Económico surgem empatados em segundo lugar nas preferências destes leitores, a seguir ao jornal Eco, que ocupa a posição cimeira.
Publicado a

A maioria dos portugueses, 56%, prefere os grandes meios de comunicação social nacionais para se manterem informados sobre gestão de finanças pessoais e desenvolverem a sua literacia financeira. Esta é uma das principais conclusões de um inquérito aleatório realizado online pela Gestlifes, mediadora de crédito online com atuação nacional.

As marcas online Dinheiro Vivo e Jornal Económico surgem empatados em segundo lugar nas preferências destes leitores (24%), a seguir ao jornal Eco, que ocupa a posição cimeira (25%). Seguem-se jornais como o Expresso (16%), o Público (15%) e o Jornal de Notícias (14%).

Depois dos jornais nacionais, o Youtube é apontado por 44% dos inquiridos como principal fonte utilizada para obter informação sobre finanças, ficando os pequenos e médios blogs de gestão e finanças pessoais (42%) em terceiro lugar. Os meios de comunicação social internacionais são escolhidos por apenas 26% dos inquiridos e os últimos dois lugares são ocupados pelas redes sociais (13%) e pelos conteúdos das marcas de fintech (9%).

O inquérito revela ainda que 84% dos portugueses apresenta hábitos de poupança, 30% dos quais estabelecem metas nesse sentido. Fundos de emergência e contas-poupança são as principais estratégias postas em prática pelos inquiridos. Para realizar investimentos, as formas preferidas são os mercados financeiros e as criptomoedas.

Os dados recolhidos sobre os hábitos de consumo de informação dos portugueses revelaram que 90% indicam ler sobre finanças, poupança e investimentos, mas só 25% dos inquiridos dizem fazê-lo diariamente.

Os resultados do inquérito mostram ainda que 90% dos inquiridos diz ler sobre finanças e procura aumentar a sua literacia financeira. Já os restantes 10% dizem não ler sobre a temática, sendo que, destes, apenas 32% afirmam planear começar a fazê-lo.

Artigos Relacionados

No stories found.
Diário de Notícias
www.dn.pt