Já há 948 mortos e 24322 casos de covid-19 em Portugal, segundo dados divulgados esta terça-feira no boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde (DGS). Mais 295 casos e 20 óbitos em 24 horas.
A taxa de letalidade global é de 3,9% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 13,9%.
São já 1389 os doentes que recuperaram. Há 936 pessoas infetadas internadas (menos 59), 172 nos cuidados intensivos (menos quatro). As pessoas em tratamento domiciliário são 86,5%. Os primeiros casos de infeção por covid-19 em Portugal foram detetados a 2 de março.
O relatório de situação da DGS aponta agora para 239 065 casos suspeitos desde o início do ano, dos quais 211 180 não confirmados e 3563 pessoas a aguardar resultado laboratorial. Estão em vigilância pelas autoridades de saúde 29 559 pessoas em Portugal.
O Norte regista o maior número de óbitos, 546, seguindo-se a região centro com 194, Lisboa e Vale do Tejo com 185, o Algarve com 12, os Açores com dez e o Alentejo com um morto. Na Madeira não há mortos a lamentar.
Mais de metade das empresas que responderam ao inquérito do INE recorreram ao lay-off.
A maioria das empresas portuguesas registou quebras no volume de negócios devido à epidemia de coronavírus, com 39% a sofrer descidas superiores a 50% nas suas receitas, e o recurso ao layoff aumentou. Leia mais aqui.
Despesa do SNS dispara quase 13% no primeiro trimestre e impostos recuam. IRC afunda mais de 30%, dizem as Finanças.
Com apenas meio mês de crise (segunda metade março), a receita fiscal do Estado registou o pior arranque de ano (primeiro trimestre) desde a crise de 2012, mostram cálculos do Dinheiro Vivo com base nas séries cronológicas da Direção-Geral do Orçamento (DGO). Leia mais aqui.