Desde que o ser humano é ser humano, o valor principal da sua existência é a busca da felicidade na sua vida.
Felicidade é o Céu tal como é visto nas diferentes religiões e filosofias ainda que de formas diferentes: para os Budistas pode ser o mergulho no nada, para os monoteístas como os Cristãos pode ser o encontro final com o seu Deus.
A Felicidade não existe de per si: há momentos felizes, há períodos felizes, mas ser feliz é algo que varia de pessoa para pessoa. Amar e ser amado é a relação mais comum do encontro ou do toque da felicidade, seja entre duas pessoas, entre amigos, entre família.
Há no entanto outros conceitos que se misturam, frequentemente, com a Felicidade ou com o estado de ser/estar feliz: a alegria, o prazer, a satisfação.
Esta moda da "Felicidade" nas Empresas é tão intangível que me começa a fazer bocejar. Já me irritou mas agora faz-me tédio. É assim como uma "banha da cobra" moderna para quem precisa de chavões para resolver tudo. E, como resolver tudo não é possível, deve criar infelicidade...
Quando não conseguimos definir o nosso objetivo na vida (e mesmo no trabalho) podemos sempre dizer que "queremos ser felizes". E isso significa exatamente o quê?
Ana Loya, managing d irector da Odgers Berndtson e managing partner d a Ray Human Capital