Ambiente de negócios em Moçambique "é acolhedor para empresas brasileiras"

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A aposta das empresas brasileiras em Moçambique mostra que o ambiente de negócios no país está cada vez mais acolhedor, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Brasil, Rogério Samo Gudo. Segundo Rogério, nos últimos anos as empresas brasileiras investiram cerca de 2,1 mil milhões de euros, nas áreas de minas, infraestruturas, serviços e agricultura.O investimento de maior vulto é o do gigante mineiro Vale, que detém a maior concessão de carvão de Moçambique em Moatize, província de Tete, centro, um projecto mineiro avaliado em cerca de 1,2 mil milhões de euros.Alem da Vale, o presidente da Câmara e Comércio Moçambique - Brasil, destacou a presença das construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht e Zagope, em importantes obras em Moçambique."As grandes empresas brasileiras de engenharia, como a Camargo Corrêa e Odebrecht estão em grandes projectos moçambicanos, entre eles, a Barragem de Moamba - Major, a estrada para Cabo Delgado, uma linha férrea de cerca de 900 quilómetros, entre Tete e Nacala, a expansão do Porto da Beira e expansão do Porto de Nacala, barragem hidroeléctrica de Mpanda Nkua", referiu Rogério Samo Gudo.Na quinta-feira chega a Maputo uma delegação de empresários brasileiros, organizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com 30 empresários de vários sectores de actividade.O presidente da Câmara do Comércio Moçambique - Brasil apontou as afinidades culturais e linguísticas entre os dois países como um dos factores que podem facilitar a inserção das empresas brasileiras no mercado moçambicano.

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