De acordo com a mesma informação, "o BES Sucursal Venezuela procedeu, desde o passado 1 de agosto de 2014, a um reforço do seu capital social, em linha com as sugestões da Superintendência das Instituições do Setor Bancário (venezuelana Sudeban)".
A informação, a que a Agência Lusa teve acesso, refere que "nesse sentido, a Comissão Executiva da Casa Mãe, em Portugal, decidiu, por unanimidade, aumentar o capital atribuído à sua sucursal venezuelana, em 240 milhões de bolívares (28,64 milhões de euros), para 410 milhões de bolívares (48,93 milhões de euros), tendo-se transferido em efetivo os fundos necessários".
"Com o referido aumento de capital, o BES Sucursal Venezuela aumenta substancialmente os índices de solvência patrimonial que, antes dessa decisão, já representavam os maiores do Sistema Financeiro Venezuelano, reforçando a solidez nos seus negócios domésticos e que lhe permitem, em consequência, manter uma evolução sólida e positiva para as suas atividades futuras no país", afirma.
A informação divulgada dá conta que o Banco de Portugal decidiu aplicar uma "medida de resolução" à Casa Mãe, o Banco Espírito Santo SA, com o "propósito de separar os ativos problemáticos do resto dos ativos e passivos", integrando-os no "Novo Banco SA".
Trata-se, afirma de um banco "mais forte e mais seguro, adequadamente capitalizado, que garante a completa continuidade da atividade da instituição, sem impactos negativos nos clientes, colaboradores e fornecedores, incluindo a relacionada com a Sucursal de Venezuela".
"O BES Sucursal Venezuela tem mantido contacto permanente com a Sudeban, entidade que confirmou a sã administração e evolução das suas atividades na Venezuela", conclui..