Carlos Moedas: O futuro pertence aos inovadores

Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quer dar as ferramentas necessárias aos jovens para conseguirem transformar os seus sonhos em produtos. É esse o verdadeiro cunho dos inovadores. E são eles que trazem competitividade e riqueza à cidade.
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Respondendo à própria pergunta sobre se o futuro pertence aos fazedores Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, afirma que não. Que o futuro pertence aos inovadores. Aquelas pessoas que têm a particularidade de serem pessoas diferentes, de estarem no centro de três personalidades diferentes: os fazedores, os pensadores e os sonhadores. São pessoas que têm a particularidade de não só conseguirem sonhar, mas, também concretizar esse sonho.

E, para o presidente da Câmara Municipal de Lisboa é isso que faz falta a Portugal. Porque "sem eles não há crescimento, não há produtividade, não há competitividade, e não há produção de riqueza".

E é aqui, acrescenta Carlos Moedas, que entra a fábrica de unicórnios, tão falada aquando da campanha às legislativas. O autarca quer que em Lisboa haja condições para concretizar os sonhos dos jovens. Trazer para Lisboa não só os pensadores e sonhadores, mas também os fazedores. Sendo que "para inovar precisamos dos fazedores: é disciplina, é fazer o que os outros muitas vezes não conseguem".

Para demonstrar a sua visão Carlos Moeda compara a inovação a uma fábrica, com uma linha de montagem, onde os pensadores encontram as ferramentas necessárias para transformar os seus sonhos em produtos.

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