A Votorantim Cimentos decidiu "conformar-se com o entendimento da CMVM de tornar a OPA conjunta e obrigatória", embora "discordando de alguns fatos descritos" pelo regulador na sua notificação.
No comunicado emitido, a Votorantim invoca a "decisão expressa da Caixa Geral de Depósitos de vender sua participação na Cimpor" e sublinha: "Como condição para aceitarmos a decisão da CMVM, a Camargo Corrêa arcará com os ônus financeiros da oferta, tanto em nome próprio quanto em substituição à Votorantim".
A Votorantim reafirma, ainda, que "não tem com a Camargo Corrêa quaisquer entendimentos, escritos ou verbais, sobre a proposta de OPA para a Cimpor". E reitera que é seu objetivo, já manifestado em outras ocasiões, "de permanecer na empresa para buscar uma solução societária que permita o crescimento da Cimpor e a expansão das atividades da Votorantim nos mercados cimenteiros da Europa, Asia e Africa".