Clientes Santander já podem medir pegada de carbono através da app

Medição é feita com base nas compras efetuadas com carta bancário e nos débitos diretos e tem em conta o montante e o setor de atividade associado a cada transação.
Publicado a

Os clientes Santander podem agora conhecer e compensar a sua pegada de carbono. A novidade é dada pelo banco, que explica, ainda, que através de uma nova funcionalidade na sua app, os clientes podem aceder a conselhos e boas práticas para reduzir a sua pegada de carbono.

Tudo funciona com base nas compras efetuadas com carta bancário e nos débitos diretos, diz o Santander, em comunicado. O cálculo das emissões será levado a cabo pela Global Factor (consultora especializada em alterações climáticas) que levará em conta o montante em euros e o setor de atividade associado a cada transação (restauração, supermercados, lazer e bem-estar, transportes, educação, vestuário, entre outros).

Ao mesmo tempo, os clientes ficarão a conhecer a sua pegada carbónica, que pode ser consultada numa base mensal, e que é apresentada em quilos de dióxido de carbono (CO2) lançados para a atmosfera, assim como o seu equivalente em árvores que seriam necessárias para a compensar.

Através da app, os clientes poderão compensar a sua pegada, adquirindo créditos de carbono. "Ao utilizar a tecnologia blockchain, a ClimateTrade garante que as transações de compensação de carbono são transparentes e rastreáveis, dando um contributo tangível e significativo para a luta contra as alterações climáticas", detalha o Santander.

O banco adianta, ainda, que até 2025 vai trocar os cartões feitos de plástico tradicional por materiais biodegradáveis como PLA (poliláticos à base de milho). E garante que para além de medir a sua pegada de carbono desde 2011, atingiu em 2020 a neutralidade carbónica.

"Por cada quilo de cartões recolhidos, plantamos uma árvore numa área protegida e cuidamos dela por cinco anos", afirma o Santander dizendo ainda que "os cartões expirados são usados para produzir mobiliário urbano, como as rampas de acesso à praia".

Artigos Relacionados

No stories found.
Diário de Notícias
www.dn.pt