Hoje, o grupo Clínica do Tempo tem quatro clínicas em Portugal e uma em Maputo, mas “ainda neste ano iremos abrir em Leiria e, depois, em Braga”, revela o nutricionista e empresário Humberto Barbosa. O plano de expansão é nacional em 2019 mas será internacional em 2020, já que “poderão surgir novidades quer na Europa quer no continente africano”, diz.
Para já é preciso consolidar a nova clínica, que abriu portas há cerca de oito dias na mais cara avenida de Portugal. “Na mesma semana que abrimos a nova Clínica do Tempo de Lisboa, na Avenida da Liberdade, participámos no World Quality Commitment, em Paris, onde recebemos o óscar de Qualidade e Excelência como líder mundial na área do antienvelhecimento e lipoaspiração não invasiva”, conta. Já no ano anterior tinha ganho idêntico prémio em Nova Iorque. Este galardão “representa a inovação, compromisso, distinção e reconhecimento da qualidade dos serviços ao longo de 35 anos de carreira”, sublinha.
E, “com este enquadramento, tínhamos de estar, obviamente, na melhor avenida de Portugal. A oportunidade surgiu e aproveitámo-la de imediato”, afirma o médico.
Sem revelar valores de investimento, diz que a aposta está “enquadrada na política de crescimento e foi feita com capitais próprios, sem recurso a financiamento bancário”. O espaço tem 450 metros quadrados e inclui uma coleção de arte permanente de Gabriela Barbosa (a mulher).
Clientes de 57 países
O grupo dá emprego a mais de 70 pessoas, das quais 18 estão alocadas à Clínica do Tempo de Lisboa. Os tratamentos mais procurados pelos clientes são “o Liposhaper, a primeira lipoaspiração não invasiva -- em que uma sessão de 60 minutos permite perder até 20 centímetros de perímetro na zona tratada, sem anestesias, dor, cortes ou tempo de recuperação -- e o Eternus, o primeiro lifting totalmente não invasivo”, conta.
Os clientes estrangeiros têm representado o maior crescimento da procura. Localizada entre as lojas da Prada e da Louis Vuitton, a nova clínica está pensada para receber “clientes de mais de 57 países diferentes” que já procuram o grupo, “dado a Avenida da Liberdade ser um local que todos os estrangeiros conhecem” e “ter maior proximidade com os clientes que residem em Lisboa”.
Até ao final da década, em 2020, o objetivo é “continuarmos a ser os melhores na nossa área, não só em Portugal mas também a nível mundial”. E, quem sabe, angariar mais galardões internacionais.