"É uma loja mais pequena (cerca de 20 metros quadrados) mas permite-nos contactar mais com os portugueses um público que nos interessa trabalhar, pois vamos para um bairro que tem sobretudo portugueses", explica Sara Costa, uma das responsáveis da Loja das Conservas ao Dinheiro Vivo.
O segundo espaço em Lisboa vai ainda permitir que trabalhar o que Sara Costa chama de "venda de proximidade". Ou seja, além de comprar o produto será possível ao cliente prová-lo. "As conservas são um produto difícil: não têm cheiro, não é apelativo. À partida só quando se prova é que é possível aferir da qualidade do produto", explica.
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Na loja da Rua do Arsenal, o primeiro espaço aberto em parceria com a Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe (ANICP), organizam-se por vezes momentos de degustação, mas na nova loja a ideia é permitir isso com maior regularidade. Por isso, no espaço há uma mesa central, onde além dos produtos estarem expostos, há uma zona para degustação. Não se trata, no entanto, de uma loja que junta venda com petisco com amigos.
A loja na Praça das Flores é um novo passo na criação de uma "rede de retalho de lojas ou com corners em outros espaços de venda, como temos em Paris", explica Sara Costa. Em setembro, a Loja das Conservas colocou um corner na Gourmet Causses, loja gourmet localizada na rua St. Martin 222, perto do Centro Pompideau em Paris. A primeira internacionalização do conceito "está a correr lindamente" e já estão a ser feitos diversos contactos para replicar o conceito em mercados como Polónia, Nova Iorque ou Londres.