

A avaliação bancária da habitação atingiu um valor mediano de 2.278 euros por metro quadrado (m²), em setembro. Em causa está um abrandamento do ritmo de subida, face ao mês anterior.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), conhecidos esta terça-feira, 27 de outubro, a taxa de variação homóloga ascendeu a 14,2% (após 14,7% em agosto). O ritmo de subida abrandou face a setembro do ano passado, mas não se evitou uma subida mensal de 24 euros/m² (mais 1,1%).
Na base estão cerca de 32.600 avaliações, ou seja, menos 0,2% do que em agosto e mais 1,2% do que em setembro de 2025.
Entre as variações de valores, a subida homóloga mais vincada diz respeito à Península de Setúbal (mais 18,4%), sendo que a tendência crescente foi transversal a todas as regiões. Na variação mensal, o aumento mais significativo teve lugar em Oeste e Vale do Tejo (1,6%), ao passo que a Região Autónoma dos Açores ficou no extremo oposto (menos 3,2%).
O valor da mediana mensal da avaliação bancária atingiu 2.662 euros/m² para os apartamentos. Em causa está uma subida homóloga de 15,4%. Nas moradias, foi registada uma subida mais leve face a setembro de 2025, na ordem de 11,1%, até aos 1.621 euros/m².
Na variação mensal, o metro quadrado ficou 0,3% mais caro nos apartamentos. As moradias foram mais longe, com um acréscimo de 0,7%.