BCE diz que inflação da energia deve atingir pico no final de 2026 e cair em 2027

Será impulsionado pela subida dos preços das matérias-primas energéticas e por um aumento mais acentuado das tarifas dos combustíveis refinados para transporte em comparação com os do petróleo.
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE). EPA / MATIAS BASUALDO
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O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.

O aumento dos preços da energia será impulsionado pela subida dos preços das matérias-primas energéticas e por um aumento mais acentuado das tarifas dos combustíveis refinados para transporte em comparação com os do petróleo, diz o BCE no último boletim económico, hoje publicado.

O BCE prevê que a inflação da energia diminua de forma acentuada em 2027 e que volte a aumentar em 2028 com a introdução do regime de comércio de direitos de emissão da União Europeia (UE) (RCDE2).

A inflação dos alimentos aumentará a curto prazo, devido às subidas dos preços da energia e das condições meteorológicas adversas.

Posteriormente, o aumento dos preços dos alimentos será reduzido para 2% mais adiante no horizonte de projeção.

O BCE prevê uma inflação geral de 3% em 2026, de 2,5% em 2027 e de 2,1% em 2028.

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE).
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