Inflação na China abranda no início de 2026 com queda nos preços dos alimentos

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu 0,2% em termos homólogos em janeiro, uma desaceleração face aos 0,8% registados em dezembro, de acordo com o Gabinete Nacional de Estatísticas da China.
Inflação na China abranda no início de 2026 com queda nos preços dos alimentos
ANDRES MARTINEZ CASARES/EPA
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A inflação na China abrandou em janeiro, após ter atingido em dezembro o valor mais alto dos últimos três anos, influenciada sobretudo pela queda nos preços dos alimentos, segundo dados oficiais divulgados hoje.

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu 0,2% em termos homólogos em janeiro, uma desaceleração face aos 0,8% registados em dezembro, de acordo com o Gabinete Nacional de Estatísticas da China.

Os preços dos alimentos recuaram 0,7% em janeiro, invertendo a subida de 1,1% registada no mês anterior. Já os preços dos produtos não alimentares subiram 0,4%, menos que os 0,8% de dezembro.

O IPC subjacente, que exclui os preços voláteis da alimentação e da energia, aumentou 0,8% em termos anuais, depois de ter subido 1,2% em dezembro.

Em termos mensais, o IPC registou uma variação positiva de 0,2% em janeiro, o mesmo valor de dezembro. Os dados contrariam o ciclo deflacionista que atinge a China há cerca de dois anos.

O Índice de Preços na Produção (IPP) caiu 1,4% em janeiro face ao mesmo mês do ano anterior, uma melhoria face à queda de 1,9% em dezembro, mas mantendo-se em território deflacionista pelo 40º mês consecutivo.

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