O Crédito Agrícola registou um lucro de 172,2 milhões de euros no primeiro semestre, o que corresponde a uma diminuição de 23,3% (-52,2 milhões) face ao mesmo período de 2024, informou esta quarta-feira, 27 de agosto, o grupo financeiro.“Num semestre marcado por elevada incerteza e com taxas de juro em redução na zona euro, o Grupo Crédito Agrícola continuou a demonstrar a sua capacidade de crescimento, ‘performance’ e a sua resiliência”, apontou o presidente do grupo, Sérgio Raposo Frade, em comunicado.No primeiro semestre deste ano, a rentabilidade de capitais próprios ascendeu a 11,8%, enquanto o produto bancário cifrou-se em 467,7 milhões de euros, representando uma quebra homóloga de 52,9 milhões de euros (-10,2%), decorrente do decréscimo de 65,4 milhões de euros na margem financeira (-16,4% face ao primeiro semestre de 2024) para 333,5 milhões de euros até junho deste ano, apesar do crescimento nos resultados de contratos de seguros de 8,7 milhões de euros (+18,6%) e de 3,8 milhões de euros nas comissões líquidas (+5,1%).A carteira de crédito a clientes cresceu de 688,1 milhões de euros face a dezembro de 2024 (+5,4%), para 13.430 milhões de euros, e os depósitos de clientes ascenderam a 22.594 milhões de euros no final de junho, o que compara com 22.019 milhões de euros em dezembro de 2024 (+2,6%).Já o rácio bruto de crédito malparado (‘Non Performing Loans’ (NPL)) situou-se em 4,3% em junho de 2025, com uma melhoria de 0,3 pontos percentuais por comparação com 4,6% no final de dezembro de 2024 e de 2,2 pontos face a 6,5% em junho de 2024..Lucro da Mota Engil no primeiro semestre cresce para 59 milhões de euros.Lego regista receitas recorde no primeiro semestre de 2025