

O conglomerado tecnológico Apple divulgou esta quinta-feira (30 de abril) um lucro de 71,675 mil milhões de dólares no primeiro semestre do seu exercício de 2026, um aumento homólogo de 17%, graças a vendas trimestrais assentes no novo iPhone 17.
A empresa, que publicou os resultados depois do fecho da bolsa nova-iorquina, divulgou uma faturação semestral de 254,940 mil milhões, mais 16% homólogos, com os produtos como motor das receitas, mas também um grande crescimento nos serviços.
No seu segundo trimestre, o primeiro deste ano civil, o lucro cresceu 19% homólogos, para 29,578 mil milhões, e a faturação 17%, para 111,184 mil milhões, com subidas de dois dígitos em todos os mercados geográficos.
O seu dirigente Tim Cook, que vai sair em setembro, destacou a "procura extraordinária da série do iPhone 17", o lançamento de produtos como o iPad Air com o chip M4 e o computador portátil MacBook Neo, bem como um "recorde nos serviços".
No trimestre, o iPhone representou metade da faturação (57 mil milhões), seguido pelos serviços como assinaturas e loja digital (31 mil milhões) e a gama de computadores Mac (8,4 mil milhões) e iPad, com 6,9 mil milhões.
Com estes números, a empresa anunciou um aumento dos dividendos em quatro por cento e um programa de compra de ações próprias, com cem mil milhões.
A Apple é a terceira maior capitalização bolsista mundial, no valor de 3,98 biliões (milhão de milhões) de dólares.