

Primeiro a tempestade Kirstin e agora o conflito com o Irão. Estes dois acontecimentos vieram complicar a gestão das contas públicas nacionais, reconhece o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento. Em Bruxelas a participar na reunião dos Ministros das Finanças dos 27 Estados-membros, o ministro disse aos jornalistas que "o caminho voltou a ficar bastante estreito", no entanto, acrescentou que não vê, "à data de hoje, uma necessidade de um orçamento retificativo".
Uma posição que não é definitiva e que o desenrolar da situação geopolítica mundial pode alterar. "O isso não significa que mais à frente, se as circunstâncias o impuserem, não se tenha que reequacionar essa questão, mas neste momento não há necessidade de um orçamento retificativo", sublinhou.
O Ministro das Finanças reiterou "o compromisso de manter o equilíbrio das contas públicas e continuar a reduzir a dívida pública".