

Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 720,6 milhões de euros até novembro, o que se traduz num recuou de 140,7 milhões de euros face ao período homólogo, foi anunciado esta terça-feira, 30.
“No final de novembro, os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 720,6 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 140,7 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior”, revelou a síntese de execução orçamental.
De acordo com o documento, hoje publicado pela Entidade Orçamental (antiga DGO – Direção-Geral do Orçamento), face ao mês anterior verificou-se uma quebra de 157,5 milhões de euros.
A evolução homóloga é justificada, sobretudo, por um recuo na área da saúde (-120 milhões de euros), na Administração Regional (-31,5 milhões de euros) e na Administração Local (-17,2 milhões de euros).
Este recuo foi parcialmente anulado por um aumento nas Entidades Públicas Reclassificadas (24,2 milhões de euros).
Já a variação mensal deve-se à baixa nas entidades da área da saúde (-164,7 milhões de euros).
“Para a redução dos pagamentos em atraso na área da saúde, em termos homólogos e mensais, contribuíram as entradas de capital nas Unidades de Saúde EPE destinadas exclusivamente à regularização dos pagamentos em atraso e que até novembro ascenderam a 699,1 milhões de euros”, explicou.