Portugal foi o segundo país da UE em que as vendas a retalho mais cresceram em novembro

O volume de vendas a retalho cresceu 6,5% na economia portuguesa em novembro, face ao mesmo mês de 2024. Portugal supera quase todos os países parceiros e fica na segunda posição neste indicador.
Portugal foi o segundo país da UE em que as vendas a retalho mais cresceram em novembro
Natacha Cardoso/Global Imagens
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As vendas a retalho cresceram na zona euro e na UE em novembro. Entre os Estados-membros com aumentos mais expressivos, Portugal surge na segunda posição, tanto em termos mensais como homólogos.

De acordo com os dados do Eurostat, as vendas a retalho cresceram 0,2% na zona euro na União Europeia (UE), em novembro, face a outubro.

Na área da moeda única, houve um aumento em cadeia de 0,4% nos produtos não alimentares (exceção feita aos combustíveis). Por outro lado, houve decréscimos mensais de 0,1% nos combustíveis e 0,2% nos alimentos, bebidas e tabaco.

No caso da UE, a variação mensal trouxe igualmente uma subida de 0,4% nos produtos não alimentares (sem combustíveis). Registou-se estabilidade nas duas outras categorias.

Entre os países em estudo, o maior aumento teve lugar no Luxemburgo (5,8%), seguido por Portugal (2,2%) e Dinamarca (1,9%). Em sentido oposto, ficaram Croácia (menos 2,2%), Bélgica (menos 1,6%) e Eslováquia (menos 1,5%).

Subida acima de 2% face a um ano antes

Em termos homólogos, foi igualmente visível a tendência de aumentos nas vendas. Tanto na zona euro como na UE o indicador geral subiu 2,3% em novembro de 2025, por comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Também aqui a liderança pertenceu à categoria de produtos não alimentares (excluídos os combustíveis). Na zona euro, registou-se um acréscimo de 3,5%, ao mesmo tempo que se observaram aumentos de 1,1% nas categorias de alimentos, bebidas e tabaco e de combustíveis.

No mesmo período, a UE foi palco de um avanço de 3,6% nos produtos não alimentares (fora combustíveis). Mais atrás, o volume de vendas em combustíveis ganhou 2%, ao passo que nos alimentos, bebidas e tabaco houve um crescimento de 2%.

Uma vez mais, Portugal surge na segunda posição fruto de um aumento de 6,5%. A economia nacional ficou atrás do Chipre (8,5%), ao passo que a Dinamarca completou o pódio (6,2%). Em simultâneo, as maiores quedas aconteceram na Roménia (4,6%), Eslováquia (2,8%) e Áustria (2,2%).

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