Portugal regista aumento de turistas do Canadá e do Brasil em janeiro

Subida de turistas do Canadá foi de 12% e de 8% do Brasil, enquanto o crescimento geral foi de 4%, anunciou Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo.
Portugal regista aumento de turistas do Canadá e do Brasil em janeiro
Foto: Paulo Spranger
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O mês de janeiro registou um aumento no número de turistas no país. A subida geral foi de 4%, com crescimento especialmente em dois mercados: Canadá e do Brasil. A informação é de Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo, que participou do lançamento do da segunda edição do programa Integrar para o Turismo.

Do Canadá veio o maior aumento, de 12%, enquanto do Brasil foi de 8%. Há também números sobre o crescimento da receita, entre 5,5% e 6,8%, anunciou o secretário de Estado.

"Isso significa que estamos perante um desafio crescente, não só temos a capacidade de respondermos aos desafios que se tocam hoje no setor, qualificação da nossa experiência turística, estruturação de crescimento sustentável e sustentável e grau de satisfação nas nossas oportunidades", sustentou.

De acordo com Pedro Machado, o turismo é "bom para o país, é fator de coesão, é fator de crescimento e queremos que seja também um fator reforçado de integração". O governante elogiou o programa, que tem como meta formar mil imigrantes em 2026 para o trabalho na área de restauração e hotelaria.

Diante do crescimento do número de turistas no país, o secretário de Estado reforçou que o setor precisa de mais profissionais com qualificação, que é propósito do programa. "Portugal tem hoje uma falha de mercado para poder suprir o aumento do turismo, por isso nós precisamos de continuar o trabalho da participação e da formação", destacou. Na primeira edição do programa, foram formados mais de 600 profissionais.

Além do desafio da mão de obra, outro é o de aumentar o valor agregado no setor. "Queremos ultrapassar a perceção social que ainda hoje existe de que muitas destas atividades eventualmente desempenham funções que não estão suficientemente valorizadas e queremos crescer o rendimento", explicou.

amanda.lima@dn.pt

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