

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) desembolsou 14.721 milhões de euros até esta quarta-feira, 9 de setembro, sobretudo às empresas, e as candidaturas aprovadas dispararam para 406.684, segundo o último relatório de monitorização.
Só na última semana, o PRR pagou mais 52 milhões de euros aos seus beneficiários.
A liderar estão as empresas (5.353 milhões de euros), as entidades públicas (2.902 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (2.317 milhões de euros).
Seguem-se as empresas públicas (1.518 milhões de euros), as escolas (656 milhões de euros), as instituições do ensino superior (590 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (507 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (443 milhões de euros) e, por último, as famílias (382 milhões de euros).
Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 25.060 milhões de euros, abaixo dos 25.081 milhões de euros anteriormente reportados.
Destacam-se também as empresas (8.924 milhões de euros), as entidades públicas (4.754 milhões de euros), as autarquias e áreas metropolitanas (4.689 milhões de euros) e as empresas públicas (2.589 milhões de euros).
Surgem depois as instituições do ensino superior (996 milhões de euros), as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (878 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (740 milhões de euros) e as famílias (499 milhões de euros).
Até hoje, o PRR recebeu 543.027 candidaturas, sendo que 512.273 foram analisadas.
Já as candidaturas aprovadas estão em 406.684, mais 2.912.
Em 28 de agosto, o ministro da Economia confirmou, em Lisboa, que PRR estava totalmente executado, cumprindo o prazo acordado com Bruxelas.
“Estão totalmente concluídas as 44 reformas. Portugal executou plenamente o seu PRR”, afirmou, na altura, o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, em conferência de imprensa, em Lisboa.
O governante indicou que Portugal cumpriu 100% dos marcos e metas do PRR, estando garantidos os mais de 16.000 milhões de euros de subvenções.
No entanto, o titular da pasta da economia apontou que a componente dos empréstimos, que ronda os 5.500 milhões de euros, também será totalmente executada, “salvo algum imprevisto”.
O PRR destina-se a implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.