

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) já pagou mais de 14.000 milhões de euros aos seus beneficiários até esta quarta-feira e só na última semana foram desembolsados 210 milhões de euros, foi anunciado.
O total de pagamentos está agora em 14.001 milhões de euros, o que equivale a 63% do valor contratado e a 64% do aprovado.
A execução segue nos 75%, a pouco mais de duas semanas do seu prazo final.
Com os maiores valores recebidos continuam a aparecer as empresas (5.006 milhões de euros), as entidades públicas (2.821 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (2.224 milhões de euros).
Seguem-se as escolas (648 milhões de euros), as instituições do ensino superior (562 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (484 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (413 milhões de euros) e as famílias (376 milhões de euros).
Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 24.824 milhões de euros, acima dos 23.230 milhões de euros anteriormente reportados.
A liderar as aprovações de projetos estão as empresas (8.800 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (4.675 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (4.635 milhões de euros).
Destacam-se ainda as empresas públicas (2.597 milhões de euros) e as instituições do ensino superior (1.006 milhões de euros).
Surgem depois as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (889 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (734 milhões de euros) e, por último, as famílias (497 milhões de euros).
Até quarta-feira, o PRR recebeu 537.324 candidaturas, sendo que 506.403 foram analisadas.
Já as candidaturas aprovadas ascenderam a 401.837, mais 59.
O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.