Os indicadores da reabilitação urbana registaram um “abrandamento do ritmo de crescimento” em novembro, embora com aumento de 1,6% em termos homólogos do nível de atividade e de 3,9% na carteira de encomendas, anunciou esta quarta-feira, 7, a AICCOPN.“O inquérito ao mercado da Reabilitação, realizado pela AICCOPN [Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas] e referente a novembro de 2025, evidencia a manutenção de uma evolução globalmente positiva dos principais indicadores, embora marcada por um abrandamento do ritmo de crescimento face aos meses anteriores”, avança a associação em comunicado.O índice que avalia a perceção dos empresários sobre a evolução do nível de atividade registou, em termos homólogos, um aumento de 1,6%, valor inferior ao observado em períodos recentes.Já o índice da carteira de encomendas apresentou um acréscimo homólogo de 3,9%.A produção contratada, indicador que estima o número de meses de atividade garantida a um ritmo normal de execução, registou um valor de 8,3 meses, refletindo uma situação de estagnação face a novembro de 2024 e um abrandamento relativamente aos meses anteriores.Quanto ao licenciamento municipal de obras de reabilitação urbana, até ao final de outubro foram emitidas 5.367 licenças, o que corresponde a uma variação praticamente nula.De acordo com a AICCOPN, esta variação resulta sobretudo do acréscimo de 3,4% registado no segmento dos edifícios habitacionais e da redução de 4,7% no segmento dos edifícios não residenciais..Reabilitação urbana regista crescimento homólogo de 7,8% em outubro