

A taxa de juro implícita para a totalidade dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,101% em junho, invertendo da tendência de queda registada em abril e maio, divulgou esta segunda-feira, 20 de julho, o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O valor registado em junho (3,101%) representa mais 3,6 pontos base do que os 3,065% de maio.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,820% em maio para 2,853% em junho.
Apenas para ‘aquisição de habitação’, o mais relevante do crédito à habitação, a taxa de juro do total dos contratos subiu para 3,094% e nos contratos dos últimos três meses aumentou para 2,845%.
Em junho, a prestação média fixou-se em 411 euros, seis euros acima de maio e mais 17 euros do que em junho de 2025. A proporção relativa a juros representou 49,1% da prestação média (202 euros) e o restante foi pagamento de juros (209 euros).
Já nos contratos dos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu 23 euros em termos homólogos para 715 euros.
O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 608 euros para 78.865 euros.
Nos contratos dos últimos três meses, o montante médio em dívida foi de 175.805 euros, menos 1.252 euros que em maio.