Heineken vai despedir até seis mil pessoas após queda nas vendas

Desde o início do ano, a redução no consumo de cerveja já provocou a demissão do CEO e, agora, o anúncio de redução na força de trabalho. Na base está a redução no consumo de cerveja.
O Heineken Experience Museum está localizado em Amsterdão (Países Baixos)
O Heineken Experience Museum está localizado em Amsterdão (Países Baixos)
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A queda no consumo de cerveja vai custar o emprego a até seis mil trabalhadores da Heineken em 2026.

A informação foi transmitida pela empresa numa altura conturbada do negócio. A marca de cervejas neerlandesa espera um uma deterioração das contas ao longo do ano e tem planos para despedir um máximo de 7% da força de trabalho em todo o mundo, constituída por 87 mil pessoas.

Em simultâneo, os donos da Heineken continuam à procura de um novo CEO, depois de Dolf van den Brink renunciar ao cargo, há um mês. As vendas inferiores às registadas pela concorrência e as pressões dos investidores resultaram numa decisão inesperada do antigo líder.

O consumo de cerveja está em baixa, mas não apenas para a Heinkein. A Carlsberg, que rivaliza com a mesma, anunciou, em outubro, a intenção de reduzir custos, também em função da redução na faturação.

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