

O grupo Jerónimo Martins regista 25 lojas Ara "muito danificadas" devido ao sismo na Colômbia, mas nenhuma das infraestruturas de suporte ficou irremediavelmente destruída, e manifesta "total solidariedade" para com os colombianos, disse esta quarta-feira à Lusa fonte oficial.
A dona do Pingo Doce e Biedronka está presente no mercado colombiano desde 2013.
"O grupo Jerónimo Martins lamenta profundamente a brutalidade da tragédia que se abateu sobre a Colômbia, manifesta a sua total solidariedade para com todos os colombianos num momento tão difícil e reafirma a sua disponibilidade para ajudar e participar no esforço coletivo de apoio que o país terá de fazer para a reposição da normalidade", afirmou fonte oficial da empresa.
De acordo "com a informação apurada até ao momento, nenhuma das infraestruturas de suporte à nossa operação terá ficado irremediavelmente destruída, apesar de termos já registo de 25 lojas muito danificadas por serem contíguas a prédios que ruíram", explicou a mesma fonte.
No dia do terramoto, "acabaram por ser encerradas cerca de 300 lojas e dois centros de distribuição, localizados em Pereira e em Cali, sobretudo devido a falhas de energia e à queda de mercadoria no seu interior".
Contudo, a operação nos referidos centros de distribuição "foi reestabelecida durante a tarde de segunda-feira e está a proceder-se à reabertura progressiva das lojas que já se encontram novamente com eletricidade", rematou fonte oficial.
A Jerónimo Martins entrou oficialmente no mercado colombiano em 13 de março de 2013, inaugurando as duas primeiras unidade Ara e o centro de distribuição em Pereira, região cafeteira da Colômbia.
O sismo, de magnitude 7,4 na escala Richter, segundo o Serviço Geológico da Colômbia (SGC), atingiu a região na segunda-feira, com epicentro em San José del Palmar, no departamento de Chocó, provocando pelo menos 240 mortos, de acordo com as autoridades.