Lidl não confia na sorte. Opera 11 navios de carga próprios e vai aumentar a frota em 2026

O Grupo Schwarz, dono do Lidl, quer investir 500 milhões de euros em 2026 para expandir a capacidade de transporte de mercadorias pelo mundo e responder ao contexto de incerteza global.
Lidl não confia na sorte. Opera 11 navios de carga próprios e vai aumentar a frota em 2026
© Tailwind Shipping Lines
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São onze navios azuis que transportam mercadorias pelo mundo. Estão identificados como Tailwind Shipping Lines, mas estão, na verdade, ligados a uma marca bem conhecida dos portugueses: o Lidl.

Em 2022, o Grupo Schwarz, que está sediado na Alemanha e detém o Lidl, criou uma rede de transportes à escala global. Hoje, opera 11 navios e estão a caminho mais cinco, cuja construção deverá ser iniciada em 2026 e terá um custo a ascender a 500 milhões de dólares.

Num contexto económico e geopolítico marcado pela incerteza, os responsáveis não querem ficar dependentes das cadeias de distribuição que não controlam. O objetivo passa por transportar carga do mercado asiático para a Europa, onde o Lidl tem lojas estabelecidas na maioria dos países.

Tendo isto em mente, o Grupo Schwarz avançou com uma aposta arrojada, a primeira de um gigante do retalho neste sentido.

De referir que a maioria (nove) das embarcações em circulação não pertence à própria Tailwind Shipping Lines. Só as restantes (duas) são património da mesma.

No total, são cerca de 12.600 lojas espalhadas por 31 países de três continentes (Europa, América do Norte e Ásia). Em Portugal, conta com mais de 280 lojas e 8 mil trabalhadores.

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