

O grupo Lloyds obteve lucros de 4.196 milhões de libras (4.825 milhões de euros) em 2025, um aumento de 7% em termos homólogos, anunciou esta quinta-feira, 29, o banco.
O valor compara com 3.923 milhões de libras (4.512 milhões de euros) em 2024.
O aumento dos resultados líquidos foi conseguido apesar de custos de 968 milhões de libras (1.112 milhões de euros), incluindo o encargo extraordinário de 800 milhões de libras (920 milhões de euros) no terceiro trimestre para compensar clientes afetados pela concessão indevida de empréstimos para automóveis com comissões não anunciadas.
O resultado bruto subiu 11,5%, para 6.661 milhões de libras (7.660 milhões de euros), contra 5.971 milhões de libras (6.867 milhões de euros) em 2024.
Por sua vez, as receitas aumentaram 8%, para 19.422 milhões de libras, com um aumento da margem financeira de 6%, para 13.230 milhões de libras.
Já os custos operacionais cresceram 3%, para 11.966 milhões de libras, devido a investimentos estratégicos e pressões inflacionistas.
Quanto à carteira de crédito, subiu 5%, para 481,1 mil milhões de libras, abaixo do aumento de 3% nos depósitos (496,5 mil milhões de libras).
O Conselho de Administração do banco propôs um dividendo extraordinário de 3,65 pence por ação, 15% acima de 2024, tendo ainda anunciado um programa de recompra de ações de até 1.750 milhões de libras.
O presidente executivo do grupo, Charlie Nunn, referiu que em 2025 a entidade entrou na segunda fase da sua estratégia de cinco anos com o compromisso de gerar valor para clientes, acionistas e a sociedade.
“A força sustentada do nosso desempenho coloca-nos numa boa posição para 2026 e depois”, declarou o executivo, citado pela Efe.