EUA e líderes europeus concordam em isolar Rússia e impor mais sanções

A vice-secretária de Estado norte-americana, ​​​​​​Wendy Sherman, segundo a nota informativa, "condenou as táticas cada vez mais brutais do Presidente Vladimir Putin, que continuam a matar civis nesta guerra de escolha injustificada e não provocada".
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Os Estados Unidos da América (EUA), juntamente com a França, Alemanha, Itália e Reino Unido, concordaram esta terça-feira em "continuar a trabalhar para isolar" Moscovo no cenário internacional e discutiram sanções económicas adicionais para a Rússia e a Bielorrússia.

Em comunicado, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Ned Price, informou que essas discussões envolveram, ao nível dos respetivos Ministérios dos Negócios Estrangeiros, o secretário-geral francês, François Delattre, o diretor político alemão, Tjorven Bellmann, o secretário-geral italiano, Ettore Sequi, e o ministro de Estado do Reino Unido para a Europa e América do Norte, James Cleverly, além da vice-secretária de Estado norte-americana, Wendy Sherman.

Wendy Sherman, segundo a nota informativa, "condenou as táticas cada vez mais brutais do Presidente Vladimir Putin, que continuam a matar civis nesta guerra de escolha injustificada e não provocada".

"Os participantes discutiram a importância de fornecer mais ajuda militar e humanitária à Ucrânia. Também discutiram medidas económicas adicionais para responsabilizar a Federação Russa e a Bielorrússia", acrescenta o comunicado.

De acordo com Ned Price, todos os envolvidos concordaram igualmente em continuar a trabalhar para isolar a Rússia no cenário internacional devido à sua "flagrante violação do direito e dos princípios internacionais".

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