EUA melhora avaliação de Portugal, mas desaconselha viagens

Portugal está agora sinalizado no nível 3 de perigosidade, o segundo mais alto da escala criada pela autoridade de saúde norte-americana
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Portugal deixou de integrar a lista norte-americana de países com o selo “não viajar”, mas continua a recomendar à população que evite viajar para este destino, agora sinalizado com o nível 3 de perigosidade, o segundo mais alto da escala.

Esta alteração resulta de uma reavaliação agora feita pelo Departamento de Estado, que reduz o nível de alerta Covid para alguns países. Na página dedicada a Portugal, lê-se que o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças emitiu um nível 3 nos Avisos de Saúde em Viagem — que informa sobre problemas com possível impacto na saúde dos viajantes - e que foram reportadas “melhorias” no país.

Segundo o New York Times, a administração norte-americana criou um ranking de recomendações sobre a segurança de cada país: do nível 1 ao nível 4, sendo este último o mais elevado. No nível 1 é recomendado aos cidadãos que tenham as precauções “normais”, no nível 2 é aconselhado um maior cuidado, no 3 recomenda-se aos norte-americanos que evitem as viagens e no 4 aconselha-se mesmo a não viajar.

Em março, em pleno surto epidémico, colocou todos os países do mundo no nível de alerta mais elevado (nível 4), indicando aos norte-americanos para não viajarem para o estrangeiro. Nesta quinta-feira, quase cinco meses depois, alguns países passaram para o nível 3. Foi o caso de Portugal, Espanha, França, Grécia, Bélgica, Reino Unido, entre outros. Isto é, continua a ser recomendado que se evitem as viagens para estes países, mas já não se aconselha a que não se desloquem até lá.

Brasil, Argentina, México e China são alguns países que estão com o nível 4 de alerta. No nível 1 estão Macau, Taiwan e Hong Kong.

“Continuamos a recomendar aos cidadãos norte-americanos que tenham cuidado ao viajar para o exterior devido à natureza imprevisível da pandemia”, lê-se num comunicado do Departamento de Estado, citado pelo New York Times.

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