Ex-ministro da Saúde apresenta manifesto cívico anti-estagnação económica e social do país

Apresentado no passado dia 6 de março por Luís Filipe Pereira, ex-ministro da Saúde, o "Manifesto Cívico Contra o Atraso Económico e Social do País" é uma iniciativa da sociedade civil que já conta com uma lista de subscritores com 39 pessoas.
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No passado dia 6 de março, o ex-ministro da saúde, Luís Filipe Pereira, apresentou em Lisboa o "Manifesto Cívico Contra o Atraso Económico e Social do País", do qual é o primeiro subscritor, juntamente com nomes como José Ribeiro e Castro, Henrique Neto e o ex-governante Luís Mira Amaral. O Manifesto expõe algumas das razões pelas quais Portugal tem "um crescimento económico quase estagnado nas duas últimas décadas e meia" e como esta situação tem "consequências graves para a população", lê-se no texto divulgado.

A solução apontada para superar a situação de estagnação em que se encontra o país é a criação deste movimento cívico, oriundo da sociedade civil, que pretende promover ações de forma "regular e persistente" e colocar o problema do atraso económico e social de Portugal como questão prioritária "na agenda política e no espaço público e mediático".

O "Manifesto Cívico Contra o Atraso Económico e Social do país" não pretende ser um documento "meramente limitado à assinatura de um conjunto de personalidades", mas sim um meio através do qual todos os cidadãos interessados possam participar e colaborar. Atualmente, o manifesto conta com 39 subscritores.

Enquanto movimento da sociedade civil que não pretende "substituir-se" aos partidos políticos, a proposta é partir de um diagnóstico factual que permita lançar a discussão em vários meios e formatos - desde a comunicação social às redes sociais, passando pela realização de conferências, seminários e colóquios -, a ideia é mostrar "a dura realidade" em que se encontra Portugal, destacando aspetos decisivos que "praticamente nunca são discutidos junto do grande público", tais como a competitividade e produtividade do país e os papéis fundamentais da competência e da meritocracia.

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