Também no retalho é fundamental que se coloquem na pele dos nossos clientes.
Qual foi a última vez que fez uma compra no seu próprio website através do seu smartphone? Quanto tempo demorou o website a carregar? Mais de 3 segundos? Quantos campos teve de preencher no check out? Eram todos imprescindíveis? Quais os métodos de pagamento que tinha ao seu dispôr? Teve de se levantar para ir buscar a carteira? E quando chegou ao fim, o prazo de entrega era o adequado? Ou acha que poderiam tê-lo avisado logo de início? Quanto tempo demorou todo o processo? E se fosse na concorrência?
Estas são questões que o top management se deve colocar com grande frequência. E, ao contrário do que muitas vezes acontece, não deve ser responsabilidade “apenas” da equipa de e-commerce, mas sim de toda a organização.
Em média, acima dos 3 segundos, a taxa de conversão de um website cai 20% por cada segundo adicional de carregamento do site. No Test My Site consegue aferir o impacto em termos de vendas que uma melhoria no tempo de carregamento teria nas suas vendas.
E aqui, há 3 ideias simples para garantir uma melhor experiência em mobile:
Num mundo em que o smartphone é a janela para o mundo, os utilizadores “exigem” uma experiência do utilizador a par das melhores. É esse o seu benchmark.
Com este artigo termino este ciclo de artigos onde procurei partilhar algumas dicas simples sobre o que é necessário fazer para não ficar para trás no e-commerce que se tornou ainda mais importante na fase que atravessamos.
Os outros artigos do autor:
Nuno Pimenta, industry head Travel, Retail & Startups na Google Portugal