

No final da semana passada, a Indraestruturas de Portugal (IP) assinou um ajuste direto com a empresa do arquiteto Santiago Calatrava para o projeto de expansão e melhoria da gare do Oriente, uma estação intermodal de transportes.
O contrato, no valor de 8,48 milhões de euros (sem IVA), prevê a alteração e revisão das barreiras corta-vento e a construção de abrigos protegidos em todas as linhas, atuais e futuras.
Serão construídas duas novas plataformas no sentido poente, sobre a zona da estação do Metropolitano de Lisboa, que tem de manter-se em funcionamento durante as obras.
Além dos comboios de alta velocidade, admite-se a circulação de serviços de Intercidades, sob gestão da CP.
Na estação do Oriente têm de ser criados novos espaços para os futuros operadores ferroviários poderem vender bilhetes e acomodar os passageiros.
O projeto poderá incluir ainda a eventual instalação de postos de controlo e de segurança para os passageiros dos comboios de alta velocidade, à semelhança do que acontece, por exemplo, em Espanha.
A empresa de Santiago Calatrava tem de apresentar todas as propostas até ao final de maio do próximo ano, quando finda o prazo de 465 dias.